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Presidente do Solidariedade assegura que Alckmin será vice de Lula

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Presidente do Solidariedade assegura que Alckmin será vice de Lula

Segundo o deputado Paulo Pereira da Silva, Alckmin tem um objetivo: ser vice do Lula, sem disposição para disputar o governo paulista

Presidente do Solidariedade assegura que Alckmin será vice de Lula
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Atualizado há 5 meses

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Brasília, 13 de janeiro – O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin será companheiro de chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato a vice-presidente da República, segundo informação do presidente do Solidariedade e deputado federal Paulo Pereira da Silva ao blog do jornalista Ricardo Noblat, no portal Metrópoles.

“Tenho informação de gente dentro do PT, gente que manda, que o Alckmin será mesmo o vice do Lula. E que só falta escolher o partido dele”, afirmou o parlamentar, complementando que não tem dúvida que o ex-tucano “só deseja ser vice de Lula e não mostra disposição para tentar um quinto mandato no Palácio Bandeirantes”.

O deputado também afirmou que “está bastante otimista” com a possibilidade de Alckmin escolher o Solidariedade para se filiar ao assumir a empreitada. Ele se reuniu com o ex-governador nesta semana, em meio a uma polêmica sobre eventual revisão da reforma trabalhista em um governo Lula.

Segundo o Scoop By Mover, o foco de Lula é a necessidade de reunir governo, empresários e trabalhadores para ajustar os termos da reforma trabalhista de 2017, o que, dada sua liderança nas pesquisas, é um ativo para o mercado.

Na conversa com o blog, “Paulinho”, como o dirigente do Solidariedade é conhecido, criticou a conduta do PSB nas tratativas para filiar Alckmin. “Ele foi quatro vezes governador de São Paulo e, com o prestígio que tem, virar moeda de troca?”, questionou.

Corrida eleitoral

De acordo com pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta semana, Lula venceria a eleição no primeiro turno, com quatro pontos percentuais a mais que seus adversários somados. Se houvesse segundo turno, bateria seus concorrentes por pelo menos 20 pontos percentuais de vantagem.

Na visão do Scoop by Mover, isso reforça a importância de o mercado intensificar aproximação tanto com o ex-presidente quanto com Alckmin. Já as resistências ao nome do ex-governador dentro do PT não possuem força para se sobrepor à vontade de Lula.

Texto: Leopoldo Vieira
Edição: Lucia Boldrini
Imagem: Vinícius Martins / Mover

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