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Bolsonaro diz que governo dará auxílio a caminhoneiros autônomos

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Bolsonaro diz que governo dará auxílio a caminhoneiros autônomos

O presidente disse que ajudará caminhoneiros autônomos com incentivos contra a alta do diesel no país, principal pauta do grupo

Bolsonaro diz que governo dará auxílio a caminhoneiros autônomos
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Atualizado há 8 meses

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Rio de Janeiro/São Paulo, 21 de outubro – Com paralisações de motoristas de caminhões que transportam combustíveis registradas pelo Brasil, o presidente Jair Bolsonaro decidiu acenar para a categoria e afirmou que ajudará caminhoneiros autônomos com incentivos contra a alta do diesel no país, principal pauta do grupo.

Em evento na Paraíba, Bolsonaro, porém, não deu detalhes do plano, mas disse que a proposta será apresentada “nos próximos dias” e atenderá a mais de 750 mil caminhoneiros.

Segundo apuração do jornal O Globo, o valor do auxílio será de R$400 até dezembro de 2022, com um custo de R$4 bilhões aos cofres públicos. Fontes que conversaram com a publicação, porém, não forneceram maiores detalhes.

As falas, que agravam os receios com o cenário fiscal, pioraram o desempenho do Ibovespa, que passou a cair mais de 4% e marcou os 106 mil pontos, no menor patamar do ano.

Desde ontem, tanqueiros iniciaram uma paralisação em diversos estados, em especial no Sudeste. Segundo a revista Veja, em Minas Gerais são 800 caminhões parados nas portarias das distribuidoras.

Mais greve à frente

Caminhoneiros autônomos ameaçam uma nova paralisação para 1º de novembro em protesto contra a alta dos combustíveis. Mas, de acordo com reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, o governo disse que a mobilização será “vazia”.

Líder de caminhoneiros autônomos, Marconi França, que já esteve à frente de protestos em Recife em outros momentos, disse à Mover, no entanto, que a categoria entrará em greve a partir da data estipulada.

“A paralisação é exclusivamente para reivindicar nossas pautas, como óleo diesel, aposentadoria especial da categoria, entre outras, que já demandamos há três anos”, afirmou França. Segundo a liderança, a greve não tem cunho político.

A Mover procurou contato com o Ministério da Infraestrutura, mas não obteve retorno imediato.

Texto: Cintia Tomaz e Guilherme Dogo
Edição: Gabriela Guedes e Stéfanie Rigamonti
Arte: Mover

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