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Roberto Campos Neto vê projeto de moeda digital brasileira avançando

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Roberto Campos Neto vê projeto de moeda digital brasileira avançando

Roberto Campos Neto disse que Banco Central discute, de forma intensa, projeto de moeda digital brasileira, em linha com outros países

Roberto Campos Neto vê projeto de moeda digital brasileira avançando
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Atualizado há mais de 1 ano

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Brasília, 15 de abril – Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central do Brasil, afirmou que a instituição discute internamente o projeto de moeda digital brasileira de forma intensa, muito na linha do que está sendo feito em outros países. A fala foi mais uma sinalização de que a autoridade monetária persegue o escalamento da tecnologia para reduzir os custos de transação no país.

 

Negociações digitais geram sustentabilidade para indústria financeira, disse Roberto Campos Neto

Em evento online organizado pela ABFintechs, o presidente do Banco Central explicou que os registros e as negociações de forma digital implicam em um processo de tokenização e de inovação, inclusão e sustentabilidade na indústria financeira.

“A tecnologia é um instrumento de democratização e de baixar os preços dos serviços financeiros. Por isso, temos que fomentar o sandbox regulatório e as startups”, disse Roberto Campos Neto.

Segundo ele, a instituição tem mapeadas 742 fintechs, uma base ainda pequena, mas com crescimento expressivo, principalmente no setor de meios de pagamento. Em março, foram regulamentadas 44 sociedades de crédito direcionado e nove sociedades de empréstimo entre pessoas, modalidade conhecida em inglês como peer-to-peer lending. Nessas operações, as fintechs juntam credor e devedor, realizando intermediação financeira a um custo menor do que, por exemplo, nos bancos tradicionais.

 

Para presidente do Banco Central, segunda onda de Covid-19 desacelerou retomada

Sobre a economia no geral, Roberto Campos Neto reiterou que a recuperação da economia brasileira depois da eclosão da pandemia do coronavírus no ano passado vinha mostrando tendência em “V”, mas desacelerou a retomada com a segunda onda de infecções, no início do ano.

Já a inflação foi mais exacerbada no Brasil do que nos outros países por conta da desvalorização cambial e a alta das commodities, apontou o presidente do Banco Central.

Texto: Simone Kafruni
Edição: Karine Sena e João Pedro Malar
Arte: TC Mover


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