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Ômicron chega aos EUA e bolsas desabam; no radar, coronavírus, Federal Reserve, PIB, PEC dos Precatórios: Espresso

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Ômicron chega aos EUA e bolsas desabam; no radar, coronavírus, Federal Reserve, PIB, PEC dos Precatórios: Espresso

Com a confirmação de chegada da variante ômicron nos EUA, as bolsas derreteram, assim como os juros dos Treasuries e as commodities

Ômicron chega aos EUA e bolsas desabam; no radar, coronavírus, Federal Reserve, PIB, PEC dos Precatórios: Espresso
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Atualizado há 8 meses

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São Paulo, 1 de dezembro– As bolsas americanas reverteram as altas e fecharam em forte queda, nas mínimas do dia, após a informação de que foi detectado um caso da nova variante ômicron do coronavírus nos EUA.

O receio de uma nova onda da pandemia na maior economia do mundo às vésperas do inverno provocou forte aversão ao risco, o que puxou o dólar e derrubou os juros dos Treasuries e as commodities, especialmente o petróleo. No Brasil, o Ibovespa fechou na mínima em 12 meses, aguardando também a votação da PEC dos precatórios no Senado, que foi adiada para amanhã.

Wall Street encerrou em forte queda, após o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos confirmar no fim da tarde o primeiro caso de microfone no país. Dow Jones, S&P500 e Nasdaq 100 recuaram 1,34%, 1,18% e 1,60%, respectivamente, com ações de turismo liderando perdas. Temendo que a nova variante afete a demanda, o petróleo apagou ganhos de quase 5%. O Brent para fevereiro caiu 0,52% e o WTI para janeiro, 0,92%.

Início de mês das bolsas nos EUA e no Brasil com ômicron

O Ibovespa fechou na mínima em mais de 12 meses, com recuo de 1,12%, a 100.772 pontos, acompanhando o desempenho do exterior, com aversão ao risco diante da variante ômicron do coronavírus e de incertezas sobre votação da PEC dos Precatórios. Nessa linha, o dólar futuro avançou 1,30% a R$5,731, e a curva de juros encerrou mista, de olho também no processo de retirada de estímulos nos EUA.

A alta no dólar futuro favoreceu as ações de empresas exportadoras do Ibovespa. Braskem preferencial classe A (BRKM5)subiu 5,45%, liderando o índice, Suzano ordinária (SUZB3) avançou 3,37%, e as preferenciais da Gerdau (GGBR4) e da sua controladora Metalúrgica Gerdau (GOAU4) , 1,43% e 1,41%, respectivamente.

Já as perspectivas de elevação dos patamares de juros e inflação impactaram negativamente as varejistas e empresas de tecnologia. As ordinárias da Magazine Luiza (MGLU3) desabaram 11,79%, enquanto as da Méliuz (CASH3) tombaram 11,37% e as da Locaweb (LWSA3) derreteram 9,93%.

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Texto: Mover
Edição: Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins/ Mover

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