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IGP-M: inflação do aluguel tem estabilidade em novembro e vem abaixo do consenso

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IGP-M: inflação do aluguel tem estabilidade em novembro e vem abaixo do consenso

Em novembro, o IGP-M registrou elevação de 0,02%, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas, desaceleração frente à alta de 0,64% de outubro

IGP-M: inflação do aluguel tem estabilidade em novembro e vem abaixo do consenso
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Atualizado há 7 meses

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São Paulo, 29 de novembro – A queda nos preços das commodities em novembro fez o Índice Geral de Preços – Mercado, IGP-M, apresentar estabilidade no mês, ficando abaixo do consenso e desacelerando frente a outubro. Mas combustíveis seguem pesando.

Em novembro, o IGP-M registrou elevação de 0,02%, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas, uma desaceleração frente à alta de 0,64% de outubro. A expectativa do mercado era de 0,28%. Com isso, o índice acumula alta de 16,77% no ano e de 17,89% em 12 meses.

Os destaques do mês foram as quedas do minério de ferro, em 15,15%, da soja, de 2,85%, e do milho, de 5,00%. Com isso, o Índice de Preços ao Produtor Amplo, que tem o maior peso no IGP-M, acabou apresentando deflação de 0,29%, após subir 0,53% em outubro. A baixa só não foi maior porque os combustíveis seguiram em patamar elevado, com o diesel subindo 9,96% e a gasolina, 10,17%.

O Índice de Preços ao Consumidor subiu 0,93% em novembro, também com desaceleração frente ao avanço de 1,05% em outubro. De acordo com a FGV, sete das oito classes pesquisadas apresentaram decréscimo nas taxas, com destaque para o grupo de educação, leitura e recreação, que saiu de 2,93% para 0,34%. Nesse grupo, as passagens aéreas tiveram a maior influência: a taxa passou de 22,84% em outubro para 1,62% em novembro.

O único grupo com alta foi o de transportes, que saiu de 1,07% para 2,93%, com peso da gasolina, que subiu 7,14% em novembro.

O Índice Nacional de Custo da Construção também desacelerou, passando de 0,80% para 0,71%, com o grupo de materiais e equipamentos caindo de 1,68% para 1,23%. Porém, os grupos de serviços e mão de obra aceleraram levemente, passando de 0,36% para 0,49% e de 0,10% para 0,28%, respectivamente.

Texto: Guilherme Dogo
Edição: Lucia Boldrini e Stéfanie Rigamonti
Imagem: Vinicius Martins/Mover

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