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Ibovespa tem segunda alta consecutiva com Vale e bancos

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Ibovespa tem segunda alta consecutiva com Vale e bancos

O Ibovespa retomou os 104 mil pontos com alta das ações de empresas de commodities e do setor financeiro; Vale liderou os ganhos em pontos

Ibovespa tem segunda alta consecutiva com Vale e bancos
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Atualizado há 7 meses

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Ribeirão Preto, 24 de novembro – O Ibovespa fechou a segunda sessão consecutiva em alta e conseguiu retomar o patamar dos 104 mil pontos apoiado por empresas ligadas às commodities, em especial a Vale, e ao setor financeiro.

O índice de referência da Bolsa de Valores de São Paulo avançou 0,83%, a 104.514 pontos, com valorização do minério de ferro na expectativa de recuperação do setor imobiliário chinês, após o Banco Central da China prometer novos estímulos econômicos.

A Vale liderou os ganhos em pontos, em alta de 2,32%, seguida pela preferencial do Itaú, com 2,67%. Já as preferenciais do Banco Pan ficaram no topo dos avanços percentuais, a 5,19%. Na sequência, Locaweb subiu 4,84% e a unit do Banco Inter, 4,02%.

O destaque negativo ficou com as ações ordinárias da Natura, em queda de 3,64%, seguida pela PetroRio, que caiu 3,40%, e pela Rede D’Or, que desvalorizou 3,12%.

Segundo o analista da Clear Corretora, Rafael Ribeiro, o dia foi de menor aversão ao risco, em linha com mais uma queda da curva de juros, à espera da definição do texto da Proposta de Emenda Constitucional dos Precatórios a ser votado no Senado.

Fechamento das bolsas americanas

Nos Estados Unidos, o recuo dos juros longos americanos, os dados de inflação do PCE em linha com o consenso e a queda nos pedidos de seguro-desemprego semanais também aliviaram a percepção de risco.

Com isso, S&P500 e Nasdaq 100 subiram 0,23% e 0,11%, respectivamente, enquanto o Dow Jones fechou praticamente estável. Porém, ainda permanecem preocupações sobre a antecipação da alta dos juros americanos, defendida por vários participantes do Federal Reserve na ata da última reunião do FOMC, o comitê de política monetária do país.

Este fator também estressou o dólar futuro, que subiu 0,66%, a R$5,613. No radar do mercado interno está a divulgação do IPCA-15, prévia da inflação oficial brasileira, amanhã, com expectativa de desaceleração em outubro.

Texto: Clara Guimarães
Edição: Gabriela Guedes
Arte: Vinícius Martins / Mover

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