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Ibovespa tem quinta alta esperando Copom; no radar, emprego nos EUA, IGP-M: Espresso

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Ibovespa tem quinta alta esperando Copom; no radar, emprego nos EUA, IGP-M: Espresso

Em melhor sequência de altas desde junho, o Ibovespa conseguiu romper os 108 mil pontos, refletindo notícias sobre vacinas contra ômicron

Ibovespa tem quinta alta esperando Copom; no radar, emprego nos EUA, IGP-M: Espresso
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Atualizado há 8 meses

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São Paulo, 8 de dezembro– O Ibovespa conseguiu esticar o rali e fechou em alta pelo quinto pregão seguido, melhor sequência desde junho, alcançando os 108 mil pontos perdidos em 26 de outubro, na expectativa com a decisão do Copom, que após o fechamento subiu os juros para 9,25% e projetou novo aumento de 1,5 ponto percentual para fevereiro.

No exterior, as bolsas deram sinais de cansaço após as valorizações recentes e os índices americanos fecharam praticamente estáveis, aguardando novos desdobramentos da variante ômicron do coronavírus. O juro longo americano subiu e a o dólar caiu diante de outras moedas.

Em um dia morno após sessões recentes de forte alta, Wall Street encerrou positiva, enquanto o mercado acompanha as notícias sobre a variante ômicron e aguarda também a reunião do Federal Reserve.

O Dow Jones subiu 0,10%, o S&P500, 0,31%, e o Nasdaq 100, 0,42%. O petróleo também terminou a sessão de hoje em alta, com o WTI acelerando 1,34%, a US$72,67, e o Brent ganhando 3,23%, a US$75,44.

Ibovespa reage a notícias sobre vacinas e PEC dos Precatórios

O Ibovespa avançou pela quinta sessão consecutiva, na melhor sequência desde junho, com boas notícias sobre vacinas contra a variante ômicron e promulgação parcial da Proposta de Emenda à Constituição, a PEC dos Precatórios.

O índice subiu 0,50% a 108.095 pontos. Já o dólar futuro recuou 1,52% a R$5,560, em linha com o exterior ameno e a queda da moeda americana lá fora, e a curva de juros caiu em até 19,5 pontos-base, com exceção do contrato para janeiro de 2022.

O Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, elevou novamente a taxa básica de juros, a Selic, em 1,5 ponto-percentual, a 9,25% ao ano, conforme expectativa do mercado e comunicado da última reunião, prevendo também uma nova alta de mesma magnitude em fevereiro.

O Copom também elevou a previsão da inflação para 2021 de 9,5% para 10,2%; para 2022, de 4,1% para 4,7%; e para 2023, de 3,1% para 3,2%. E trocou a expressão “cumprimento da meta” para “convergência para as metas”, indicando menor convicção no controle da inflação.

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Texto: Mover
Edição: Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins/ Mover

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