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Ibovespa tem pior semana pós-pandemia; no radar, inflação EUA e Brasil, Copom, balanços: Espresso

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Ibovespa tem pior semana pós-pandemia; no radar, inflação EUA e Brasil, Copom, balanços: Espresso

Apesar de reduzir as perdas no final do pregão, o Ibovespa teve a pior semana desde março, refletindo os preocupações fiscais e políticas

Ibovespa tem pior semana pós-pandemia; no radar, inflação EUA e Brasil, Copom, balanços: Espresso
tcuser

Atualizado há 8 meses

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São Paulo, 22 de outubro – O Ibovespa oscilou fortemente nesta sexta-feira e reduziu as perdas no fim do dia, mas fechou a semana com a maior queda desde março. O tombo é reflexo da piora das expectativas fiscais com a proposta do governo de mudar no Congresso a âncora do Teto de Gastos.

A permanência do ministro da Economia, Paulo Guedes, fez o dólar reverter a alta e reduzir os juros, mas a piora do cenário econômico se mantém, como mostram as revisões para cima das projeções de alta da taxa básica de juros, a Selic. No exterior, a retirada dos estímulos pelo Federal Reserve pesa sobre as bolsas.

Resistência de Paulo Guedes ameniza queda do Ibovespa

O Ibovespa recuou 1,34% a 106.296 pontos para acumular perda semanal de 7,24%, a maior desde o início da pandemia, com riscos fiscais acentuados e mudanças na equipe da Economia. A confirmação de permanência de Guedes, porém, amenizou a queda do índice e a disparada dos juros e do câmbio.

O dólar futuro recuou 0,24%, mas subiu 3,26% na semana. A curva de juros encerrou mista, com a maior alta do DI para 2023, de 37 pontos-base.

Bolsas americanas sem direção única

Wall Street fechou mista, marcada por balanços positivos, mas ainda de olho no presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, dizendo que a inflação nos EUA está “bem acima da meta” e que caminha para o corte de estímulos.

A decepção com relatórios das empresas Intel e Snap pesou no índice Nasdaq 100, que caiu 0,87% e no S&P500, 0,11%. Dow Jones subiu 0,21%. Na semana, ganharam 1,08%, 1,64% e 1,37%, respectivamente. O WTI avançou 1,53%, com ganho semanal de 2,15%, e o Brent, 1,09% e 1,79%, respectivamente, com sinais de oferta limitada.

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Texto: Mover
Edição: Letícia Matsuura e Fernanda de Almeida
Arte: Mover

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