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Ibovespa sobe com commodities e otimismo após acordo EUA-Ásia

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Ibovespa sobe com commodities e otimismo após acordo EUA-Ásia

Apesar do otimismo, analistas consultados pela Mover alertam que o Ibovespa avança para uma região de resistência perto dos 110 mil pontos

Ibovespa sobe com commodities e otimismo após acordo EUA-Ásia
gabriel-brondi

Atualizado há cerca de 1 mês

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São Paulo, 23 de maio – O Ibovespa acelera alta na tarde desta segunda-feira, impulsionado pela valorização das commodities e pelo otimismo no exterior diante do acordo comercial entre os Estados Unidos e 12 nações indo-asiáticas, que pode melhorar a atividade econômica e aumentar a presença das cadeias de produção ocidentais na Ásia.

Por volta das 14h40, o Ibovespa avançava 1,67%, a 110.294 pontos, ensaiando sua terceira alta consecutiva e a oitava alta em nove pregões, com as ordinárias da Vale (VALE3) e as preferenciais da Petrobras (PETR4) hidratando o índice com o maior número de pontos, subindo de 2,61% e 3,53%, respectivamente.

Apesar do otimismo, analistas técnicos consultados pela Mover alertam que o principal índice da bolsa brasileira avança em direção a uma região de resistência localizada próxima aos 110 mil pontos, onde está localizada a média móvel de nove períodos no gráfico semanal.

No exterior, o acordo comercial entre os EUA e 12 nações indo-asiáticas pode ocasionar uma revisão nas tarifas chinesas pelos EUA, segundo especialistas, o que consequentemente pode beneficiar os países emergentes, como o Brasil.

Além disso, as reduções de tarifas aos produtos chineses devem auxiliar o controle de inflação nos EUA e reduzir temores sobre próximos passos do banco central americano e o crescimento econômico global.

Sobe e desce do Ibovespa

Todos os índices da B3 estão em alta, com destaque para o avanço de 2,10% do índice de Materiais Básicos, IMAT. Em termos percentuais, as siderúrgicas são destaques no Ibovespa, após o minério de ferro subir 4,41%, a 863,50 iuanes – equivalente a US$ 129,63 – na madrugada desta segunda-feira, à medida que a cidade de Xangai alivia restrições motivadas pela Covid-19.

Nessa esteira, as ordinárias da CSN (CSNA3), as preferenciais classe A da Usiminas (USIM5) e as preferenciais da Gerdau (GGBR4) despontavam entre as maiores altas percentuais, subindo 3,83%, 3,41% e 3,08% respectivamente. Mas o papel que liderava as altas era do Banco do Brasil (BBAS3), em elevação de 3,95%.

Na ponta oposta do Ibovespa, as units do banco Inter (BIDI11) e as ordinárias da Eneva (ENEV3) puxavam as perdas percentuais, em quedas de 3,79% e 3,03%, respectivamente.

Texto: Gabriel Brondi
Edição: Allan Ravagnani e Stéfanie Rigamonti
Imagem: Vinicius Martins / Mover

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