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Ibovespa fecha no maior nível em quase um mês, com Vale, Petrobras e bancos

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Ibovespa fecha no maior nível em quase um mês, com Vale, Petrobras e bancos

O Ibovespa subiu 1,71%, aos 110.345 pontos, na terceira sessão consecutiva de alta do índice

Ibovespa fecha no maior nível em quase um mês, com Vale, Petrobras e bancos
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Atualizado há cerca de 1 mês

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São Paulo, 23 de maio – O Ibovespa fechou em alta pela terceira sessão consecutiva, no maior patamar em quase um mês, refletindo o bom humor dos mercados internacionais e o desempenho das ações da Vale, Petrobras e bancos.

O índice de referência da bolsa de Valores de São Paulo subiu 1,71%, ao patamar de 110.345 pontos, no melhor desempenho desde a sessão de 24 de abril, em linha com a recuperação das bolsas americanas. O Dow Jones fechou em alta de 1,98%, enquanto o S&P500 e o Nasdaq 100 avançaram 1,86% e 1,68%, respectivamente.

Na visão setorial, destaque para o avanço de 2,23% do índice de Materiais Básicos, IMAT, em linha com o avanço de 4,41% do minério de ferro na China e o alívio de restrições motivadas pela Covid-19, em Xangai, centro financeiro da segunda maior economia do mundo.

O setor também foi beneficiado pela fala do presidente americano, Joe Biden, de que os Estados Unidos revisariam as tarifas comerciais aplicadas sobre produtos chineses no mandato do ex-presidente Donald Trump, durante a chamada “guerra comercial”. A medida ajudaria a reduzir a inflação americana e a melhorar a percepção do mercado sobre as próximas decisões de juros do Federal Reserve.

As ordinárias da Vale (VALE3) e as preferenciais da Petrobras (PETR4) adicionaram o maior número de pontos ao índice, em alta de 2,04% e 3,93%, respectivamente. Os bancos também foram destaque, com índice do setor financeiro da B3, IFNC, subindo 1,48%. Os papéis preferenciais do Itaú (ITUB4) avançaram 4,22% e do Bradesco (BBDC4), 2,23%.

Operadores citaram otimismo com as companhias estatais após a aprovação da privatização da Eletrobras. O papel ordinário do Banco do Brasil (BBAS3) encerrou em alta de 4,22% e o preferencial da Cemig (CMIG4) avançou 3,09%, ambos nas máximas pós-pandemia, enquanto o ordinário da Sabesp (SBSP3) subiu 3,72%. Por outro lado, as units do Banco Inter (BIDI11) lideraram as quedas percentuais a 5,16%, seguidas pelas ordinárias da Qualicorp (QUAL3) e da CVC (CVCB3), com recuos respectivos de 4,55% e 3,05%.

Amanhã, investidores acompanham a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15, considerado uma prévia da inflação oficial no Brasil, referente a maio. A expectativa é de desaceleração do aumento de preços, embora a taxa anual ainda deva se manter acima dos 12,0%.

Texto: Clara Guimarães
Edição: Gabriela Guedes
Imagem: Vinicius Martins / Mover

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