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Em dia de ajuste dos juros, Ibovespa esnoba exterior e sobe, com expectativa de IPCA-15, acordo EUA-China

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Em dia de ajuste dos juros, Ibovespa esnoba exterior e sobe, com expectativa de IPCA-15, acordo EUA-China

Os mercados brasileiros se descolaram do cenário externo, com os juros em alta, e o Ibovespa subiu 1,54%, a maior alta desde 11 de outubro.

Em dia de ajuste dos juros, Ibovespa esnoba exterior e sobe, com expectativa de IPCA-15, acordo EUA-China
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Atualizado há mais de 2 anos

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Os mercados brasileiros se descolaram do cenário externo, com os juros em alta e se ajustando às indicações do Banco Central de que a Selic pode não cair tanto quanto o mercado especulava se o dólar ameaçar a estabilidade da inflação. Com os juros no centro das atenções, será importante acompanhar amanhã a divulgação do IPCA-15 de novembro, que pode mostrar se a alta recente do dólar mexeu com os preços a ponto de fazer o BC repensar o corte dos juros para menos de 4,5% ao ano. Já o cenário externo deve voltar ao radar dos investidores com dados do PIB da Alemanha e indicadores de atividade da zona do euro, além das idas e vindas na negociação do acordo comercial entre Estados Unidos e China.

 

Hoje os dados do Caged mostraram a continuidade na recuperação do mercado de trabalho, com a criação de 70,8 mil vagas, abaixo das 75 mil previstas pelo consenso do TC, mas o sétimo mês seguido de crescimento. O dólar resistiu e ficou praticamente estável no mercado futuro, perto dos R$4,20, mesmo com o ajuste dos juros. A perspectiva de que a alta da moeda é estrutural, provocada pelo ajuste das carteiras dos investidores e das empresas à realidade de um juro mais baixo no Brasil, que leva à maior saída de divisas e menores entradas.

 

O Ibovespa subiu 1,54%, a primeira alta depois de dois pregões de baixa, a maior desde 11 de outubro. A alta foi liderada pelos setores de materiais básicos e pelo de construção civil, cujos índices IMAT e IMOB subiram mais de 2%. O índice de consumo ICON subiu 1,20%. Nos EUA, as bolsas operaram em tom de cautela e fecharam em queda. Amanhã, os mercados estarão na expectativa da divulgação do PIB da Alemanha no terceiro trimestre, que pode indicar se a maior economia do euro caminha para a recessão, e dos índices de gerentes de compras de serviços e manufatura da zona do euro e do Reino Unido relativos a novembro.

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