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Bolsas oscilam de olho em China, Federal Reserve, balanços, auxílio emergencial, Vale: Espresso

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Bolsas oscilam de olho em China, Federal Reserve, balanços, auxílio emergencial, Vale: Espresso

Economia fraca na China e bons resultados de empresas americanas deixam bolsas mistas, na esteira da preocupação com gargalos de produção

Bolsas oscilam de olho em China, Federal Reserve, balanços, auxílio emergencial, Vale: Espresso
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Atualizado há 8 meses

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São Paulo, 18 de outubro – As bolsas oscilaram hoje, com os índices S&P500 e Nasdaq registrando a quarta alta seguida, enquanto o Dow Jones recuou, com os investidores divididos entre a economia mais fraca na China e bons resultados das empresas americanas. O temor com a alta dos custos da energia e os impactos dos gargalos de produção na indústria americana em meio à retirada de estímulos pelos bancos centrais segue preocupando.

Wall Street fechou mista, com o S&P500 e o Nasdaq 100 subindo 0,34% e 1,02%, respectivamente, em meio à expectativa por uma boa temporada de balanços das empresas, enquanto o Dow Jones caiu 0,10%, com preocupações sobre uma desaceleração do crescimento econômico, após Produto Interno Bruto chinês e produção industrial americana decepcionantes. Nessa esteira, o petróleo WTI e Brent para dezembro recuaram 0,05% e 0,62%, respectivamente.

Ibovespa negativo: bolsas mistas no exterior, China fraca, commodities e risco fiscal

No Brasil, a queda das commodities teve seu impacto ampliado pela incerteza fiscal e pressões contra o ministro da Economia, Paulo Guedes, e por mais gastos. Os sinais mistos das bolsas no exterior também resultaram em uma sessão volátil para o Ibovespa, que encerrou em queda com recuo das commodities, resultados fracos na China e risco fiscal no Brasil, de olho em prorrogação do Auxílio Emergencial. O índice recuou 0,19%, a 114.428 pontos.

Os dados piores do exterior também elevaram o dólar futuro a R$5,525, alta de 0,93%, mesmo após leilões extras do Banco Central, que anunciou um leilão de dólar à vista para amanhã, de US$500 milhões, o primeiro desde 15 de março. A curva de juros, em linha com os Treasuries, hidratou o prêmio em toda extensão em até 8 pontos-base.

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Texto: Mover
Edição: Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins / Mover

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