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Bolsas oscilam de olho em balanços; no radar, PIB dos EUA, BCE, precatórios: Espresso

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Bolsas oscilam de olho em balanços; no radar, PIB dos EUA, BCE, precatórios: Espresso

Apesar dos balanços positivos, as bolsas americanas perderam força no final do pregão com realização de lucro, fechando sem direção única

Bolsas oscilam de olho em balanços; no radar, PIB dos EUA, BCE, precatórios: Espresso
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Atualizado há 8 meses

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São Paulo, 27 de outubro– As bolsas americanas perderam força no fim do dia, com os investidores realizando lucros depois dos recordes de terça-feira, 26, e avaliando balanços abaixo do consenso divulgados hoje.

Dow Jones e S&P500 fecharam em baixa, interrompendo sequências de três e dois dias de altas, respectivamente, enquanto o Nasdaq zerou os ganhos e fechou estável, com os papéis de tecnologia ajudados pela queda nos juros longos americanos. Mesmo assim, o S&P500 caminha para o melhor mês desde novembro.

Bolsas americanas sem direção única

As bolsas americanas aceleraram a queda no fim do pregão, de olho em discussões sobre tributação de fortunas e com o impulso dos bons balanços das empresas perdendo o ímpeto. O Dow Jones recuou 0,74% e o S&P500, 0,51%. O Nasdaq 100, porém, subiu 0,25%, impulsionado pela Microsoft, Alphabet e Tesla.

O petróleo tipo Brent caiu 2,08% e o WTI, 2,35%, refletindo aumento acima do esperado de estoques nos EUA.

Leve queda do Ibovespa

O Ibovespa também fechou praticamente estável, aguardando o Copom, que decidiu elevar a Selic para 7,75% e anteviu uma alta de igual magnitude na próxima reunião.

Acompanhando a piora no exterior enquanto esperava a decisão do Comitê de Política Monetária sobre a taxa de juros básica, Selic, o índice recuou 0,05%, a 106.363 pontos. A queda da curva de juros contribuiu para recuperação dos setores imobiliários e de consumo. Os DIs caíram em até 9 pontos-base, com maior força na cauda média e o dólar também ajustou, caindo 0,56% a R$5,539.

O Banco Central do Brasil pretende manter o ritmo de elevação da taxa de juros básica na próxima reunião em dezembro, acelerando o ciclo de normalização da política monetária mais agressivo dos últimos 18 anos. Essa foi a sexta elevação seguida da Selic e a maior alta desde 2003. Segundo comunicado, a alta da taxa Selic em 1,5 ponto percentual veio em linha com a alta dos preços veio acima do esperado. O Copom também alerta para a questão fiscal diante das incertezas na política nacional.

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Texto: Mover
Edição: Beatriz Lauerti e Letícia Matsuura
Arte: Vinícius Martins/ Mover

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