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Balança comercial apresenta déficit em novembro após nove meses positivos

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Balança comercial apresenta déficit em novembro após nove meses positivos

A balança registrou déficit de US$1,30 bilhões em novembro, pior do que o saldo negativo de US$1,02 bilhões esperados pelo mercado

Balança comercial apresenta déficit em novembro após nove meses positivos
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Atualizado há 8 meses

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São Paulo, 1 de dezembro – Depois de nove meses de superávits consecutivos, a balança comercial brasileira reportou em novembro o segundo déficit do ano, de acordo com dados do Ministério da Economia, acima da expectativa do mercado.

A balança registrou déficit de US$1,30 bilhões em novembro, pior do que o saldo negativo de US$1,02 bilhões esperados pelo mercado. No acumulado do ano, a balança comercial registra superávit de US$57,19 bilhões, ante US$47,69 bilhões no mesmo período de 2020, alta de 20,5%.

No mês passado, as exportações somaram US$20,29 bilhões, avanço de 23,2% pela média diária em relação a novembro do ano passado. Já as importações foram de US$21,6 bilhões, tendo aumento de 53,1%.

Balança comercial negativa, mas com alta nas exportações

Em novembro, as exportações do setor de agropecuária avançaram 16,5%, pela média diária, em relação ao mesmo mês do ano passado. No caso da indústria extrativa, houve alta de 14,8% e da indústria de transformação, de 28,3%.

No período, as exportações para China, Hong Kong e Macau, principais destinos dos produtos brasileiros, avançaram 8,3%, pela média diária, em comparação ao mesmo período do ano passado. As vendas totais para a Ásia avançaram 14,4%.

Ainda na mesma base de comparação, as vendas para a América do Norte subiram 50,4%, enquanto que para a América do Sul, também de 39,6%. As exportações para a Europa tiveram crescimento menor, de 12,8%

Já no acumulado do ano, as exportações para China, Hong Kong e Macau, principais destinos dos produtos brasileiros, avançaram 29,5%, pela média diária, em comparação ao mesmo período de 2020. As vendas totais para a Ásia avançaram 32,6%.

Ainda na mesma base de comparação, as vendas para a América do Norte subiram 42,8%, enquanto que para a América do Sul, 49,8%. As exportações para a Europa tiveram crescimento menor, de 28,6%.

Texto: Guilherme Dogo
Edição: Cintia Thomaz
Imagem: Mover

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