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Arrecadação de impostos em setembro bate recorde para o mês

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Arrecadação de impostos em setembro bate recorde para o mês

Segundo dados da Receita Federal, os impostos de setembro somaram R$149,1 bilhões, acréscimo de 12,87% frente ao mesmo mês do ano passado

Arrecadação de impostos em setembro bate recorde para o mês
gabriel-pontes

Atualizado há 8 meses

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Brasília, 26 de outubro – A arrecadação federal registrou o maior índice para o mês de setembro desde 1995, com avanço da arrecadação de serviços, impulsionado pela retomada da atividade econômica. Segundo dados da Receita Federal, os impostos de setembro somaram R$149,1 bilhões, o maior valor desde o início da série histórica e um acréscimo de 12,87% frente ao mesmo período do ano passado.

Acompanhando a retomada da atividade econômica, a Receita constatou que a arrecadação tem avançado no recente período, denotando crescimento do setor de serviços, que avançou 16,70% no período, enquanto a venda de bens manteve-se estável e a produção industrial recuou 0,54%.

A Receita Federal registrou que o Imposto de Renda Pessoa Jurídica e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – IRPJ/CSLL – somaram R$24,1 bilhões no mês passado, acréscimo real de 16,94%. O Imposto sobre Operações Financeiras teve arrecadação de R$4,3 bilhões, acréscimo real de 352,20%.

Recolhimentos extraordinários

No mês passado, a Receita informou que houve também “recolhimentos atípicos” de aproximadamente R$2 bilhões por algumas empresas de diversos setores econômicos.

Já no acumulado do ano, a arrecadação alcançou R$1,348 trilhão, alta real de 22,30% sobre os nove primeiros meses de 2020. Também é o maior valor para o período acumulado desde o início da série histórica.

De acordo com o Fisco, o resultado pode ser explicado, principalmente, por fatores não recorrentes, como recolhimentos extraordinários do IRPJ/CSLL, que giraram em torno de R$31 bilhões no período, frente ao valor de R$5,3 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.

Ainda de acordo com a Receita, as compensações aumentaram 28% no período acumulado, a R$152,9 bilhões, ante R$119,4 bilhões no mesmo período do ano passado.

Texto: Gabriel Ponte
Edição: Guilherme Dogo e Stéfanie Rigamonti
Arte: Vinicius Martins / Mover

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