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Alta nas ações da Ásia, commodities e balanços positivos nos EUA aumentam apetite por risco

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Alta nas ações da Ásia, commodities e balanços positivos nos EUA aumentam apetite por risco

Os ativos de risco sobem nos mercados globais puxados por alta das ações da Ásia, temporada de balanços nos EUA e avanço de commodities

Alta nas ações da Ásia, commodities e balanços positivos nos EUA aumentam apetite por risco
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Atualizado há 10 meses

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São Paulo, 15 de outubro – Os ativos de risco sobem nos mercados globais nesta manhã, puxados por alta das ações da Ásia, início forte da temporada de balanços nos Estados Unidos e avanço de commodities de atividade.

No Brasil, investidores ficam de olho no vencimento de opções sobre ações, no cenário político e em falas de lideranças do Banco Central pela manhã, além dos dados do IBC-Br de agosto. Ontem o presidente Jair Bolsonaro disse que vai determinar que o Ministério de Minas e Energia mude a bandeira tarifária de “vermelha” para a “normal”, o que pode pesar nos papéis do setor elétrico e nos DIs.

O petróleo Brent atingiu máxima em três anos, e alguns metais de atividade industrial, como o cobre, renovaram recordes históricos. O dólar perdia força contra a maioria das moedas observadas, e os rendimentos dos títulos de dez anos do Tesouro americano operavam em leve alta, a 1,544% ao ano.

Ibovespa, câmbio e juros

O Índice Bovespa futuro deverá abrir subindo, seguindo a força das commodities no mercado internacional e o pré-mercado americano, que projetava alta de 0,25% para o fundo de índice brasileiro EWZ. O mercado ficará de olho no vencimento de opções sobre ações, que poderá trazer volatilidade adicional ao pregão, em especial nos papéis da Petrobras, que tem as maiores posições descobertas em aberto.

O dólar futuro deverá seguir o tom global e abrir o pregão de hoje em queda, também em resposta ao anúncio de mais um leilão extra de US$1 bilhão em swaps anunciados ontem pelo Banco Central.

Os DIs poderão abrir em queda, ainda em resposta à melhora na crise hídrica e ao recuo da inflação medida pelo IGP-10. A curva poderá reagir às falas do presidente do BC, Roberto Campos Neto, em evento do Goldman Sachs às 14h.

Texto: Felipe Corleta
Edição: Lucia Boldrini e Stéfanie Rigamonti
Arte: Vinicius Martins / Mover


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