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Alívio no teto da dívida anima bolsas nos EUA; no radar, Payroll, yields, IPCA: Espresso

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Alívio no teto da dívida anima bolsas nos EUA; no radar, Payroll, yields, IPCA: Espresso

O acordo sobre o teto da dívida americana trouxe alívio para o temor de uma moratória, animando as bolsas nos EUA. Saiba mais!

Alívio no teto da dívida anima bolsas nos EUA; no radar, Payroll, yields, IPCA: Espresso
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Atualizado há 9 meses

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São Paulo, 7 de outubro – A aversão ao risco nos mercados diminuiu nesta quinta-feira, após o acordo no Congresso americano para aprovar a prorrogação da ampliação do teto da dívida do governo, evitando um calote e, assim, animando as bolsas nos EUA.

Elas fecharam em alta mesmo com a subida dos rendimentos dos Treasuries de dez anos para 1,57%, diante da queda nos pedidos semanais de seguro-desemprego e da alta do petróleo e das commodities, que podem pressionar a inflação.

No Brasil, o Ibovespa teve alta bem mais modesta, com o impacto do dólar e dos juros subindo e o adiamento da Proposta de Emenda à Constituição dos precatórios. O índice encerrou a quinta-feira praticamente estável, com alta de 0,02%, a 110.585 pontos. Isso apesar do salto da Vale (VALE3) e do bom humor do exterior, com cautela antes do relatório Payroll e dos dados de inflação no Brasil.

Acordo sobre teto da dívida alivia temores e bolsas nos EUA sobem

Wall Street acelerou após o líder dos democratas no Senado, Chuck Schumer, anunciar que o partido e a oposição republicana chegaram a um acordo para estender o teto da dívida dos EUA até dezembro, aliviando o temor de uma moratória do país.

O índice S&P500 subiu 0,83%, o Nasdaq 100, 0,88%, com valorização de 1,24% da Amazon, e o Dow Jones, 0,98%, com a Nike avançando 2,05%. O petróleo Brent e o WTI subiram 1,07% e 1,12%, respectivamente, com avaliação de que os EUA não devem liberar suas reservas.

Já no cenário local, o adiamento da PEC dos precatórios pesou sobre o índice e impulsionou a moeda americana e os DIs. O dólar futuro subiu 0,19%, a R$5,527, e a curva de juros hidratou o prêmio em até 12,5 pontos-base.

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Texto: Mover
Edição: Fernanda de Almeida e Letícia Matsuura
Arte: Vinicius Martins / Mover


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