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Tensão na Ucrânia: Secretário de Estado dos EUA diz que Rússia prepara ataque

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Tensão na Ucrânia: Secretário de Estado dos EUA diz que Rússia prepara ataque

As tensões estão elevadas nas fronteiras da Ucrânia desde o início desta quinta-feira, quando bombardeios atingiram a região leste do país

Tensão na Ucrânia: Secretário de Estado dos EUA diz que Rússia prepara ataque
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Atualizado há 4 meses

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São Paulo, 17 de fevereiro – O Secretário de Estado dos Estados Unidos, Anthony Blinken, disse nesta quinta-feira, em coletiva que a Rússia prepara pretextos para um ataque ao território da Ucrânia nos próximos dias.

Blinken disse entender que um plano de ataque russo envolveria a capital da Ucrânia, Kiev. As tensões estão elevadas nas fronteiras ucranianas desde o início desta quinta-feira, quando bombardeios atingiram a região de cessar-fogo no leste do país. Rebeldes ucranianos acusam o governo local pelos disparos, e Kiev devolve as mesmas acusações.

Segundo Blinken, agências estatais de notícias já começaram a fabricar histórias falsas para justificar uma eventual invasão à Ucrânia. Ele defende que as versões dos Estados Unidos, por outro lado, são suportadas por evidências em solo.

Mais cedo, a agência RIA, ligada ao governo russo, disse que as contrapropostas americanas às demandas de segurança da Rússia “não foram construtivas”. Ainda segundo a agência, a Rússia pode “se ver obrigada a tomar medidas técnico-militares” caso não haja garantias de segurança por parte dos EUA.

“Não vemos a Rússia diminuir sua força militar das fronteiras”, disse Blinken, em linha com o que vinham dizendo outras autoridades ao longo do dia.

O secretário de Estado norte-americano disse que enviou uma mensagem ao chanceler russo, Lavrov, solicitando uma reunião presencial na Europa. “Os Estados Unidos estão dando todas as oportunidades para a Rússia agir diplomaticamente”, disse.

Por fim, ele pediu que autoridades russas afirmem categoricamente que o país não irá invadir a Ucrânia. O discurso russo, no entanto, é de que não há a intenção de invasão, mas que não pode tolerar a elevação de tropas ocidentais na Europa oriental, nem a entrega de armas para reforço de defesas ucranianas.

Texto: Felipe Corleta
Edição: Renato Carvalho
Imagem: Vinícius Martins / Mover

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