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Apple: calendário de novo iPhone atrasa com lockdowns na China

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Apple: calendário de novo iPhone atrasa com lockdowns na China

A Apple espera que, além do cronograma de fabricação, o volume inicial de aparelhos produzidos seja prejudicado por paralisações na China

Apple: calendário de novo iPhone atrasa com lockdowns na China
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Atualizado há cerca de 1 mês

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São Paulo, 25 de maio – A rígida política de restrições para conter a Covid-19 na China já prejudicou o desenvolvimento de ao menos um dos novos iPhones previstos para serem lançados neste ano e levou a Apple a pressionar fornecedores para acelerar sua produção, informou hoje a Reuters.

A agência de notícias citou reportagem do jornal japonês Nikkei Asia, na qual fontes afirmaram que a Apple prevê, no pior cenário, que as paralisações na China atrasem o cronograma de fabricação e afetem o volume inicial de produção dos novos iPhones.

Desde o fim de março, Xangai, importante centro comercial e financeiro da China, está sob uma rígida política de combate ao coronavírus, após o país ter registrado recordes de casos da doença desde o início da pandemia. Em 17 de maio, autoridades chinesas decidiram iniciar um processo gradual de reabertura na cidade, que deve ser concluído no começo de junho.

Os fechamentos de centros de produção na China têm prejudicado não apenas a segunda maior economia do mundo, mas também seus parceiros comerciais, aprofundando ainda mais a crise da oferta de suprimentos que afeta a indústria.

A Apple já tinha previsto, no mês passado, problemas maiores para a empresa, após a produção e a demanda por seus produtos serem prejudicadas pelos bloqueios chineses, e em meio ao agravamento da oferta de insumos com a guerra na Ucrânia.

As fornecedoras da Apple na China Pegatron Corp e Foxconn tiveram que suspender suas operações em Xangai e Kushan devido aos lockdowns impostos pelo governo chinês.

Nesse cenário, a Apple luta pelo posto de empresa mais valiosa do mundo. Há duas semanas, a petroleira Saudi Aramco desbancou a gigante tecnológica, após um primeiro trimestre de lucro líquido recorde beneficiado pelas altas dos preços internacionais do petróleo com o conflito no Leste europeu.

Perto das 11h15, as ações da Apple no mercado americano recuavam 0,19%, a US$140,09.

Texto: Stéfanie Rigamonti
Edição: Gabriela Guedes
Imagem: Vinicius Martins / Mover

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