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Taxa de desemprego de maio se mantém em patamar recorde

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Taxa de desemprego de maio se mantém em patamar recorde

A taxa de desemprego brasileira continuou em patamares recordes em maio, alcançando 14,6%, a segunda maior da série histórica. Veja mais!

Taxa de desemprego de maio se mantém em patamar recorde
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Atualizado há cerca de 1 ano

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São Paulo, 30 de julho – A taxa de desemprego no Brasil não arrefece e continuou em patamares recordes em maio, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, PNAD, apesar de recuo marginal.

No quinto mês do ano, a taxa de desemprego pela PNAD ficou em 14,6%, sendo a segunda maior taxa da série histórica, atrás apenas dos dados de março e abril, quando ficou em 14,7%. Isso representa 14,8 milhões de pessoas em busca de emprego no país.

Alta na procura por emprego aumenta taxa de desemprego

Já a população ocupada teve crescimento de 809 mil no mês, com avanço principalmente dos trabalhadores por conta própria. No total, as pessoas com emprego somam 86,7 milhões. Os dados sugerem que mais pessoas poderiam estar procurando trabalho, o que poderia estar fazendo a taxa de desemprego continuar em patamares elevados.

A analista da pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, Adriana Beringuy, diz que “muitas pessoas interromperam a procura por trabalho no trimestre de março a maio do ano passado por conta das restrições, já que muitas atividades econômicas foram paralisadas para conter a pandemia. Isso fez a procura por trabalho diminuir. Um ano depois, com a flexibilidade, essas pessoas voltaram a pressionar o mercado”.

Apesar da alta na taxa de desemprego e procura de trabalho, o maior crescimento em comparação a maio do ano passado foi justamente nos trabalhadores por conta própria, especialmente na agricultura, construção e comunicação. A pesquisa mostra que no trimestre até maio, o trabalho com carteira assinada no setor privado ficou estável, em 29,8 milhões. Já na comparação anual houve uma redução de 4,2% ou menos 1,3 milhão de pessoas. Os empregados no setor privado sem carteira também ficaram estáveis, em 9,8 milhões, segundo o IBGE.

Texto: Guilherme Dogo
Edição: Gabriel Ponte e Letícia Matsuura
Arte: Mover


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