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Céticas com plano estratégico, Lei das Teles, Bradesco, Credit Suisse rebaixam ação da Oi

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Céticas com plano estratégico, Lei das Teles, Bradesco, Credit Suisse rebaixam ação da Oi

Céticas com plano estratégico, Lei das Teles, Bradesco, Credit Suisse rebaixam ação da Oi
tcuser

Atualizado há quase 3 anos

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Analistas do Credit Suisse e Bradesco BBI, receosos com o escopo e as incertezas quanto à execução de novo plano estratégico da Oi, rebaixaram suas recomendações e preços-alvo para o papel da operadora de telefonia – que prometeu gerar EBITDA e crescimento de receita de dois dígitos para os próximos cinco anos.

 

Analistas do Bradesco BBI, liderados por Fred Mendes, cortaram a recomendação das ações ON da Oi de outperform para neutra e o preço-alvo para R$1,80, enquanto a equipe do Credit Suisse reduziu o preço-alvo de R$1,20 para R$1,00 e manteve a recomendação underperform, ou equivalente a venda. Coincidentemente, tanto Mendes quanto a equipe do Credit Suisse, liderada por Daniel Federle, citam a possível deterioração dos resultados operacionais da companhia em meio a uma guerra concorrencial cada vez mais acirrada, com destaque para a queda das receitas e dificuldade em alavancar o crescimento do EBITDA. EBITDA é uma medida de lucro operacional que exclui despesas de juros, impostos, depreciação e amortização.

 

No plano estratégico divulgado ontem, a operadora, que está em recuperação judicial desde junho de 2016, espera vender entre R$6,5 bilhões e R$7,5 bilhões em ativos não essenciais como torres de telecomunicação, data centers, uma participação na operadora angolana Unitel e imóveis, entre o último trimestre deste ano e dezembro de 2020. Uma forte redução de custos também faz parte do plano, o que deve permitir um crescimento médio composto do EBITDA de 15% a 20% entre 2019 e 2021, segundo o plano da Oi.

 

Outra dúvida é sobre o futuro do projeto de lei complementar que muda o marco regulatório para o setor de telecomunicações, conhecido como Lei das Teles; a iniciativa é vista como grande evento para que a Oi saia da RJ e posso unir suas operações com as de um concorrente ou ser vendida.

 

Às 10h40, as ações ON da Oi negociavam em forte queda de 3,18% a R$1,52, registrando queda de 5,63% no mês.

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