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AES Brasil estuda oferta por usinas eólicas da Cubico, dizem fontes

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AES Brasil estuda oferta por usinas eólicas da Cubico, dizem fontes

Para subsidiar potencial proposta, AES Brasil tem conduzido análises sobre usinas eólicas da Cubico no Nordeste e no Sul, disseram fontes

AES Brasil estuda oferta por usinas eólicas da Cubico, dizem fontes
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Atualizado há 2 meses

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São Paulo, 25 de abril – A AES Brasil está avaliando parques eólicos da empresa de investimentos em energia limpa Cubico e estuda fazer uma oferta pelos ativos, disseram duas fontes ao Scoop by Mover.

A movimentação mostra como a geradora da americana AES segue de olho em oportunidades para expandir seus negócios no maior país da América Latina, mesmo após diversas aquisições e novos investimentos anunciados nos últimos anos.

Para subsidiar uma potencial proposta, a AES Brasil tem conduzido análises minuciosas sobre usinas eólicas da Cubico no Nordeste e no Sul, disseram as fontes, que pediram anonimato para falar sobre o assunto, devido a acordos de confidencialidade.

Criada em 2015 pelas gestoras canadenses de fundos de pensão Ontario Teachers´ Pension Plan e PSP Investments, a Cubico possui atualmente parques eólicos no Brasil que somam quase 500 megawatts em capacidade.

A Cubico chegou a ter mais ativos no país, antes de anunciar operação em dezembro de 2020 para vender duas usinas eólicas operacionais à própria AES Brasil.

“A AES está agora olhando para comprar o resto”, disse uma das fontes, sem abrir detalhes sobre as negociações entre as empresas.

Procurada, a AES Brasil disse que tem como política não comentar “especulações de mercado”. Representantes da Cubico não responderam de imediato a tentativas de contato enviadas por meio do site da companhia.

Além dos negócios restantes no Brasil, a Cubico também possui ativos de geração renovável em outros países, como Estados Unidos, Grécia e Espanha.

Já a AES, também com presença internacional, tem focado a expansão de suas operações brasileiras em novos projetos de geração eólica e solar, com estratégia de reduzir a exposição a ativos de geração hidrelétrica, cujo desempenho tem sido prejudicado por anos de chuvas abaixo da média histórica no Brasil.

Para crescer nessas novas fontes renováveis, a AES Brasil fechou aquisições nos últimos anos que incluíram as usinas da Cubico no Rio Grande do Norte e no Ceará, além de um complexo eólico da J. Malucelli, também no final de 2020.

Além dessas operações, a elétrica da AES aposta em investimentos em novos projetos eólicos no Rio Grande do Norte, onde está construindo o chamado Complexo Cajuína.

Em setembro passado, a AES Brasil movimentou R$1,1 bilhão com uma oferta de novas ações, em operação que visava acelerar a estratégia de crescimento e diversificação do grupo.

Desempenho das ações da AES Brasil

A ação ordinária da AES Brasil (AESB3) fechou o pregão desta segunda-feira em alta de 2,19%, a R$11,22. Porém acumula perda de 6,81% em abril. O Ibovespa recuou 0,35%, aos 110,6 mil pontos.

Para acompanhar o desempenho das ações das empresas listadas na bolsa brasileira, basta acessar o TC Matrix, ferramenta gratuita do TC.

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