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Sanita: Small Cap – Portobello

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Sanita: Small Cap – Portobello

Tentando capturar boas empresas com tendências bem definidas de alta, essa semana falo sobre o Grupo Portobello (PTBL3)

Sanita: Small Cap – Portobello
sergio_sanita

Atualizado há mais de 1 ano

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Deixando de lado um pouco a assimetria e tentando capturar boas empresas com tendências bem definidas de alta, essa semana falo sobre o Grupo Portobello (PTBL3).

Inicialmente, falaremos um pouco da história da empresa

Fonte: Portobello

A PGB S.A teve início com a fundação da Portobello em 1979 no município de Tijucas, em Santa Catarina. A atividade cerâmica, comum na região, foi o ponto de partida para uma empresa voltada à inovação e à diferenciação, já contidas em sua essência. Em 2015, com o início das operações em Alagoas, foi concretizado o Portobello Grupo (PBG), que atualmente conta com duas plantas no Brasil: Tijucas (Santa Catarina) e Marechal Deodoro (Alagoas).

O Grupo traduz a essência de inovação nos seus produtos de revestimentos cerâmicos e porcelânicos, bem como na prestação de serviços complementares para aplicação no ramo de materiais de construção civil.

A companhia possui mais de 2.600 colaboradores e é hoje um dos maiores grupos do setor cerâmico brasileiro.












































Mas e graficamente, qual a leitura?

O papel vem numa forte recuperação e numa bela tendência de alta.

Da mínima de R$1,74 após crash alcançada em março de 2020 até a máxima do movimento, R$7,84, alcançada em novembro de 2020, o ativo apresenta uma valorização de 349%:



Nessa linda tendência de alta, todas as correções respeitaram os níveis de retração Fibonacci. Quando a correção foi mais amena, segurou bem na MMe9:


Temos agora como resistência relevante a máxima histórica em R$7,84.

Estimando uma projeção de alvo quando houver o rompimento dessa máxima histórica, podemos usar a extensão de Fibonacci alternada, que daria um potencial alvo nos R$10,12:


Dos preços atuais, seria um potencial de valorização de mais de 37%:

E a partir da ativação do pivot, um potencial de valorização de quase 30%:

Do lado do risco, caso venha a perder o fundo nos R$6,36, seria um stop de aproximadamente 14% nos preços atuais:

E do ponto de ativação do pivot, um stop de aproximante 19%:

Fazendo as contas, temos dois cenários:

  1. A partir da possível ativação do pivot, caso venha a atingir o alvo desse padrão, teríamos o risco de 1 para o potencial retorno de 1,57, o que seria razoável;
  2. A partir dos preços atuais, caso venha a atingir o alvo, teríamos o risco de 1 para o potencial retorno de 2,6, o que seria bem atrativo;

Temos que considerar que o papel está em forte tendência de alta, e a probabilidade de continuar sua tendência bem estabelecida é maior do que mudá-la.

O risco x retorno é menor do que um papel assimétrico, onde tentamos capturar uma virada de tendência. Contudo, a probabilidade de sucesso é maior.

Dos indicadores, os que me chamam atenção

Volume forte na alta e fraco nas correções:

OBV corroborando com o movimento e próximo também de ativar o pivot:

Além da visão técnica, vale sempre considerar o cenário macro atual, perspectivas de curto prazo para o setor e riscos políticos, que no Brasil costumam fazer bastante preço, para avaliar se faz sentido investir nessa empresa.

Estamos num momento complicado de curto prazo, mas a PTBL3 vem se mostrando resiliente no meio desses ruídos de curto prazo.

Arte: Vinícius Martins / TC

DISCLAIMER: As informações disponibilizadas na coluna são meramente opiniões do COLUNISTA na data em que foram expressas e não declarações de fatos ou recomendações para comprar, reter ou vender quaisquer títulos ou valores mobiliários, ou ainda, qualquer recomendação de investimento. 

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